Reparem no semblante de total desinteresse do astro no terceiro quadro…
Obrigado pelo excelente spam, Butler.





Trata-se de um joguinho que recebi por e-mail do Cristiano e Cia… consiste no seguinte (as regras foram covardemente coladas do blog de onde o e-mail lincava, o profundo “eu diria que…“):
1. Vá em http://en.wikipedia.org/wiki/ Special:Random, e o nome da página sorteada será o nome da sua banda de Punk Rock;
2. Agora vá em http://www.quotationspage. com/random.php3, e as quatro últimas palavras da última frase da página serão o título do seu disco.
3. Por fim, vá em http://www.flickr.com/explore/interesting/7days/, e a terceira foto da página será a da capa do seu bolachão.
Agora, de posse desses dados, você já pode abrir o seu photoshop e montar a capa do primeiro disco da sua banda de punk rock.
O disco da imagem acima eu fiz na primeira tentativa.
Funciona mesmo!!!
Divertidíssima brincadeira.
Agradecimentos especiais a todos os que me proporcionaram todos esses momentos maravilhosos.
Fica mais fácil entender o sucesso do Abba após dar uma passada de olhos nesse escrete de ouro de bandas suecas dos anos 60/70.
Dêem só uma sacada no naipe da rapaziada.
Fonte: Omodern.










Acabo de receber do meu pai um e-mail com o mesmo subject do título do post.
Como não conheço a cidade em detalhes, mas não duvido nada que seja mesmo… essa cena é comum no Rio também, e muitas vezes com os guardas bem por perto, jogando baralho com os guardadores de carros…

O Rubinho está escrevendo a sua biografia (informação “colada” do estranho hotsite de F1 do Globo Online).
Disse que não tem pressa, que o livro deve sair em uns 2 ou 3 anos, e que tornará públicas muitas situações que passou na sua ex-equipe, Ferrari.
A impressão que dá é que ele espera que os brasileiros deixem de pegar tanto no seu pé por conta da sua carreira pífia na F1.
Eu gosto do Rubinho.
Achei muito legal quando ele finalmente, depois de anos de escudeiro do Schumacher, largou a Ferrari para tentar a sorte na BAR, que depois virou Honda… mas demorou, Rubinho, demorou demais.
A F1 só existe graças a verdadeiros heróis, como Nelson Piquet, Nigel Mansell, Ayrton Senna, Niki Lauda, Gilles Villeneuve, Keke Rosberg, Michael Schumacher…
Se todo mundo tivesse a postura que o Rubinho teve nos tempos de Ferrari, a F1 não existiria.
Quando o Rubinho tirava o pé para o Schumacher passar ele não pensava na torcida brasileira, sedenta de vitórias e heróis, mas sim nos milhões que ganharia da Ferrari e dos patrocinadores do macacão.
Piquet ou Senna jamais topariam o que Rubinho topou.
Então, não adianta agora o Rubinho lançar uma biografia jogando a merda no ventilador, por que ele assinou embaixo de tudo aquilo.
Rubinho nunca vai ser um herói, por opção própria.
Agora que ele está na Honda, torço pelo cara.
Na Ferrari eu não perdia meu tempo.
E Massinha que se cuide em 2008.
E aproveito para publicar essa saudosa foto que tem circulado ultimamente pelas caixas de e-correio dos apreciadores de automobilismo… dispensa legendas.

Muito maneiro.
Dica do Cristiano.
Passe horas, dias inteiros fazendo etiquetas de fitas de Atari.
Nunca me diverti tanto em toda a minha vida.
http://www.labelmaker2600.com

Era este o título do spam que meu pai me mandou ainda a pouco, e eu já ia encaminhando para todo mundo quando me lembrei que um dos motivos de eu ter criado um blog era justamente nunca mais mandar spam para ninguém.
Então aí está.
Inaugurando a seção “Spans que valem a pena”…
O fim do mundo está próximo
