Caramba, que comédia, eu vivo cantando essa musiquinha… hoje descobri que é de um anúncio de 1994… me senti um tanto… ultrapassado.
15 anos atrás… como o tempo passa rápido!
A fila anda.
O anúncio é legal.

Eu sei que o filme é de 2002, mas eu é que não ia pagar para ir ao cinema assistir a um filme com Mel Gibson, nem tampouco adquirir o DVD do título, ainda mais depois de ouvir tudo o que me disseram sobre o filme, comentários em sua maioria bastante desanimadores.
Assisti ao filme ontem, depois do lamentável Fantástico Show da Vida, na Globo, que nunca me decepciona, piorando a cada edição… talvez tenha sido o trauma de ter acabado de assistir a um lixo como aquele foi que me fez adorar “Signs“.
Eu havia assistido, na tarde do mesmo dia, ao terço final do maravilhoso “Gladiador“, também com Joaquin Phoenix no papel do malvado Commodus (filmaço!), e fiquei feliz em ver o ator em um papel mais amigável, o que também contribuiu para que eu gostasse do filme.
“Signs” é como uma mistura de “Independence Day” com “Guerra dos Mundos” e “Noite dos Mortos Vivos“… no trivia do IMDB consta mesmo que o autor se inspirou no clássico do George Romero, além de outro que eu nem tinha me dado conta, que é na verdade o pai dos “filmes-de-pregar-tábuas-nas-janelas”, “The Birds” do Hitchcock, e eu, enquanto fanzoca do George Romero e do gênero, fiquei apavorado com “Signs”, tendo assistido à metade final do filme usando um chapéu de papel-alumínio na cabeça.
O filme pega meio pesado com a pavorosa história da mulher do ex-padre Graham Hess, que puxa um barbante de uma certa paranóia religiosa, mas também não posso ser preconceituoso e não vou detonar o filme por causa disso.
Concluíndo, se você gosta de ETs e de zumbis, vai gostar de “Signs”… ou já gostou, né, pois o filme já tem sete anos e eu devo ser o último habitante da Via Láctea a te-lo assistido… não importa, esse blog é para isso mesmo.
Gravei na quinta passada uma apoteótica participação no programa “Urbano“, do Multishow.
O programa vai ao ar hoje quinta que vem, dia 10/4/2008, às 21h45 21h15, no canal supracitado.
Eu (me) debatendo sobre o tema “Clássicos x Antigos” com mais outras duas autoridades no assunto, o carioca Silvestre Souza e a gaúcha Helene Hermes, além da nossa âncora, a simpatissíssima Renata Simões.
Não perca mais esta chance de rir um pouco da minha cara.

E a moça do Globo Esporte anunciou “e agora a novidade do Globo Esporte, uma entrevista virtual com Robinho”.
Dali a pouco apareceu a última novidade em efeitos especiais hansdonnerianos da rede globo: a máquina virtual de “receber” aparições de entrevistados que estejam fora do estúdio.
Um pedestal no chão, que eles chamam de “teletransporte”, onde aparece um holograma do entrevistado, dentro de uma redoma de vidro, com fumacinha e tudo.
Meu deus, que coisa mais ridícula, fiquei morrendo de vergonha.
O designer que cometeu aquilo deve ter assistido “A New Hope” do Star Wars no dia anterior e quando viu o holograma da Princesa Léia, pensou “É isso! Vou botar um desses no Globo Esporte, só que MUITO mais incrementado”.
Será que aquilo tem o dedo do mago das bolinhas de pinball?
Ele nunca me decepciona.
Clique aqui para assistir ao vídeo com a incrível inovação tecnógica.
Para celebrar esta efeméride anual conhecida atualmente como Natal, ofereço aos queridos leitores esta animação de 1971 produzida pelo genial Chuck Jones. Baseada no livro de Charles Dickens “A Christmas Carol” e ganhadora do Oscar de animação para curta metragem em 1973, este foi um especial feito para televisão na rede ABC.
Atenção, não mostrar as criancinhas. Esta animação foi feita para as criancinhas dos anos 70 que estavam mais preparadas para sombras e musica sinfônica tenebrosa.
Vi ainda há pouco no Jornal Nacional da Globo uma matéria alertando para o mal que a maconha faz à saúde.
Segundo o estudo a maconha provoca sérios distúrbios de memória em usuários que fumam 50 baseados por semana ou mais.
E era uma matéria séria.
50 cigarros por semana dá mais de 7 por dia!!!
O cara já virou uma planta há muito tempo.

A capa do DVD nacional, com o Boeing 747 que não existe no filme
É incrível o fenomeno que ocorre com esta produção para TV de 1995, que tem por base a novela de Stephen King, pois ela consegue ser um dos piores filmes que eu já vi, mas ainda assim ser tão boa a ponto de eu ter comprado o DVD.
O DVD, na versão nacional, vem com o título em português “Fenda no Tempo”, e mostra a imagem de um Boeing 747, enquanto o avião usado no filme é um Lockheed L-1011 TriStar da defunta TWA… não sei de onde eles tiraram aquele 747.
Foi justamente pelo fato de tratar-se de um “filme de avião”, que eu me interessei quando o vi pela primeira vez no telecine, e dei a sorte de pega-lo do início, pois é a melhor parte do filme e chega a ser mesmo muito boa, de uma suspense digna dos filmes do Hitchcock, além do que o filme inteiro se passa dentro e em volta deste avião que é dos mais lindos já fabricados, o TriStar, único jato comercial da Lockheed.
Mas quando os bichinhos “Langoliers” resolvem aparecer, o filme vira um desastre total, tanto nos efeitos especiais, quanto no roteiro… vira uma coisa inominável… edwoodiana mesmo… sabe aquela história de “é tão ruim que é bom”?
Pois é, não acontece com “The Langoliers”.
De qualquer forma a soma de suspense com aviões e aeroportos me foi suficiente para contar com este, que nem de longe pode ser chamado de um masterpiece, na minha estante.
Mais informações podem ser encontradas no IMDB e nesta excelente matéria escrita por Felipe M.Guerra (contém spoilers).