Parabéns, Hans mais velho.
O Presunto agradece a sua valiosa contribuição.
Tudo de bom para você e todos os seus.
Abaixo algumas fotos para ver se você se empolga a voltar a praticar o mais nobre dos esportes.

Para simbolizar a nova fase da equipe, que agora participa de torneios oficiais e vislumbra uma postura mais direcionada às competições e rankings, o talentoso artista gráfico Marcus Handofsky, o Hans, propôs uma reformulação da logo da equipe, que passa a ter um visual mais moderno e condizente com o milênio que se inicia.
O texto a seguir foi redigido pelo próprio Hans, e explica o conceito utilizado para a reformulação da marca e um pouco sobre a origem do nome Loser, que, complementando a explicação dele, é um dos golpes preferidos dos atletas da equipe, o “Loser”, que tem o efeito contrário do “Winner”, mais conhecido como “erro não forçado”.
Hans: “LOSER - Uma equipe de tenis que tem como arma secreta o famoso golpe, o loser.
Uma boa idéia da representação gráfica desta jogada. A bolinha indo para fora.
Limpei o logo do Mairus, tirando a guirlanda e colocando um frame quadrado. A bolinha mais simples e sutilmente distorcida bem como os outlines. Optei por não fechar o quadrado para criar uma tensão visual e dar trabalho para os olhos. Mesmo argumento que vale para o posicionamento da bolinha, fora do eixo diagonal.
O posicionamento do lettering na lateral gera um bloco, mas mantém a independência do símbolo.
Eu gostei do resultado. Ficou simples, forte e esportivo.
Vou até voltar a jogar!”
A logo a que o Hans se refere como “a da guirlanda” é a do post anterior, logo só poderá ser vista fora da página dos comentários.
Eu li que o Hans vai voltar a jogar?
Quero ver isso.
Estava aqui revirando meus caixotes empoeirados e encontrei algumas fotos bem legais dos primórdios da nossa equipe de tênis, a L.O.S.E.R. (Liga Oligocrática Social Esportiva Recreativa).
As fotos são de 2001 e foram tiradas no Lagoinha na pré-história do clube.
Época em que para se jogar tênis tinhamos que espantar primeiro os animais selvagens.

Jean-Baptiste - De talento ímpar e estilo promissor, depois de ser por anos o meu parceiro fiel, abandonou o esporte e hoje se dedica ao tango-afro, balé-afro e fado-afro.


Hans - Não vem se dedicando ao esporte ultimamente, desfalcando a equipe de seu talento e estilo.

Dude - Outro que anda sumido das quadras. Muita cachaça e sambinha…



Mairus - Fundador, líder e símbolo sexual da equipe. Tesnista obstinado, tenaz e perseverante.
O torneio Kohiti 2007, organizado pelo pessoal do FlaTenis é dividido em 3 classes, onde eu me inscrevi na mais fraca, para iniciantes, a Clase “C”, e ontem foi meu primeiro (e último) jogo.
Os jogos são de dois sets e no caso de empate o vencedor é definido em um “SuperTieBreak” de 10 pontos.
Conheci meu adversário na hora do jogo. Osvaldo. Sangue bão. Mais tarde viria a descobrir que tem um jogo consistente e… mais fôlego do que eu.
Logo no primeiro game do primeiro set ele confirmou o serviço com facilidade, o que me deixou um tanto preocupado, pois meu objetivo era de se não conseguir ganhar, pelo menos não levar uma lavada.
Mas depois eu consegui jogar o meu tenizinho e virei para 3×1 e assim foi até eu fechar o primeiro set em 6×4.
Eu estava muito concentrado e errando pouco… para se ter uma idéia, não fiz sequer uma dupla-falta o jogo inteiro… mas no segundo set meus pulmões emalborados já estavam mostrando sinais de fadiga.
No quarto game eu sacava correndo atrás de um 1×2 quando começou a chover forte. Combinamos de fechar aquele game e depois pararmos para esperar a chuva passar. Confiemei o serviço e o jogo foi interrompido em 2×2, para minha felicidade, pois já estava morto.
Depois de uns 10, 15 minutos sentado respirando e bebendo água, voltamos para a quadra para terminar o embate.
Não tinha mais jeito. Meu adversário fechou o segundo set em 6×2, levando o jogo para o “Taibreicão”
Pensei “agora vou dar tudo o que tenho e o que não tenho para fechar esse treco”. E comecei na frente, chegando a estar com 4×2, mas depois eu bati pino mesmo e o meu algoz virou e fechou o jogo em 10×6.
Uma pena a derrota, é lógico, mas serviu para pegar um pouco de manha de jogar valendo.
No próximo campeonato que eu correr, não vou deixar de aproveitar os 90 segundos de descanso entre os games ímpares, que poderiam ter feito a história ser diferente…
Joguei bem, dei um suador no cara e valorizei a sua vitória.
Missão cumprida.