Anos de ouro do Edifício Hyde Park.
Nero Barrett e os Pricilas Atômicos, Soldado Taylor: “O gordinho é quem manda”, CPI: “Zico ou Maestro?”, Álma de Borracha, UTI Móvel, enfim um pupurrí de piadas internas para celebrar duas décadas de uma época divertida que ainda bem que não vai mais voltar.
E para celebrar a data, a publicação de seu documento mais emblemático.

Hoje de manhã estava eu estacionando minha motoca no Downtown quando meu queixo quase caiu ao me deparar com esse magnífico exemplar de uma raríssima motoca dos anos 70, uma linda RD-75, da Yamaha, de algum ano entre 75 e 79.
A pintura dos quadradinhos era cacterística da família das RDs, o amarelo sólido, a logo da “Yamaha” escrita em branco com outline, a tampa do tanque sem chave… até o adesivo “use capacete” era original da motoca… linda!
A última dessa família que eu tive o prazer de cruzar foi uma RX-80, a sua parente mais recente, também dos anos 70, e isso foi lá por 1986.
Um motorzinho dois tempos como este tem que ser muito bem cuidado para ainda estar andando 35 anos depois.
Quase chorei por estar sem minha máquina fotográfica, mas felizmente consegui uma emprestada no trabalho.
Não sei se voltarei a ver uma moto dessas.
Um bibelô.




Estas notas vigoraram entre 1990 e 1993, quando foi lançado o cruzeiro real.
Chegaram a cogitar o lançamento de uma nota de Cr$ 1.000.000,00, mas acabaram ficando só na de 500.000 mesmo.
Como podem notar era fácil ser milionário naquela época.
Pior que o nosso cruzeiro dessa época só os Passos de Bonde, moeda de Vulcanóvia.
Veja o capitulo anterior da série “Os dinheiros do Brasil”.




















Fui jogar tenis ontem e ao guardar a motoca na garagem me deparei com esse nem tão bem conservado exemplar de Mercedes-Benz 250, que segundo minhas pesquisas é modelo 1975… tratei de registrar o momento.
O modelo pertence à família W114/W115, que foi fabricado entre os anos de 1967 e 1976.
O W114 era carro de barão nos anos 70, e exemplares bem conservados valem um bom dinheiro nos dias de hoje.
Um belíssimo sedan.
O automóvel é muito comum em filmes da época, geralmente pertencendo a algum alemão malvado que escapou de Nurenberg.

É o carro que aparece no início da nova versão do clássico “A Noite dos Mortos Vivos” de 1990.
Graças a ele que meu carro preferido no GTA é o “Admiral”, só que este trata de um modelo mais recente de Mercedes, algo em torno do início dos anos 90.

As fotos menores no meio do texto mostram exemplares do modelo, digamos, em dias melhores, e as fotos abaixo são as que eu tirei.




A gente nunca sabe quando vai precisar de uma…



Cansei de insistir em uma moto que não é para a minha classe social.
A Yamaha Virago 535 é uma moto deliciosa, macia, linda, com uma potência que eu nunca tinha experimentado em baixo giro, que segundo meu irmão Dude é graças ao fato de o motor ser em “V”, que anda pra caramba, mas… é cara pra burro.
Eu moro em Santa Teresa, bairro do Rio de Janeiro em que os buracos do asfalto são tombados pela prefeitura, e a Virago definitivamente não é feita para isso.
Depois que eu tive que trocar o para-lamas traseiro, os dois pneus e ainda pagar o IPVA, eu pedi arrego.
A Virago vai deixar saudades, mas a moto em que eu passeio nos meus sonhos é da família das CBs.
Nunca me esqueci da minha CB 400 1982 que eu vendi para o cupim de ferro do Jean, e não pestanejei quando já tinha fechado que ia trocar de moto me deparei com esse lindo exemplar de CB 450 Custom 1984, a irmã mais nova e mais potente da família das CBs dos anos 80.
A motoca é o bicho! Macia pra caramba, toda durinha, toda retinha, grande pra carmaba, street, naked… e de luxo, pois o painel tem até marcador de gasolina!
O antigo dono mandou cromar as tampas do motor, que eram pretas, e mandou uns protetores de laterais de motor cromados paraibíssimos feiões que vão ser eliminados ASAP, bem como o mata-cachorro, só estou dependendo de uma chave 5 e uma 13…
Abaixo mais algumas fotos da motoca.




Tem aparecido gente aqui no blog perguntando por notícias de Gualba Pessanha, o Plim Plim, que tinha um programa na TVE no final dos anos 70, onde ensinava as crianças a fazerem origamis e desenhos… eu era espectador assíduo e cheguei a ter um de meus desenhos apresentado pelo próprio Plim Plim em seu programa.
Diante dessa procura das pessoas pelo “mágico do papel” aqui no blog, parti para uma busca mais séria por informações do paradeiro do artista, e descobri, no blog Petiscoblog um post que dá algumas informações recentes sobre ele.
Segundo o blog, o mágico do Papel está em um hospital em Campos dos Goytacazes, onde se recupera de um AVC, e continua fazendo lá seus origamis, tendo feito 300 pássaros de origami para enfeitar uma árvore de natal no hospital.
Tem também comunidade no Orkut em sua homenagem.
Gostaria muito de poder visita-lo, mas admito ser tarefa difícil, dada a distância que me separa de Campos… e depois, eu conheço ele, mas ele não me conhece… mas seria muito legal fazer chegar às suas mãos uma manifestação daqueles que quando crianças foram espectadores dos seus programas na TVE, já que ele está completamente esquecido, não tendo quase material nenhum sobre ele no Internet.
Homenageio-o então através desse humilde post e desejo melhoras.
Gostaria também de agradecer as participações de Rafael e Roberto, que comentaram sobre o assunto aqui no blog.
Vida longa ao Plim-plim.