
A Kombi é Bauhaus.
Uma magnífica aplicação da sua máxima mais famosa “a forma segue a função”.
Sem dúvida, um dos carros mais belos que eu já vi.
O nome do utilitário deriva do alemão Kombinationsfahrzeug, que significa “Carro Combinado”, no sentido de que pode ser facilmente convertido de cargueiro para transportador de passageiros.
O utilitário, que roda desde 1950, sempre teve aqui no Brasil o modelo mais atrasado.
Apos a reestilização da Kombi brasileira de 1997, quando o carro enfim ganhou janelas traseiras maiores e portas corrediças, a nossa Kombi passou a ser basicamente o mesmo carro que rodou na Europa entre os anos de 1972 e 1979, e foi a última no mundo a abandonar o velho motor boxer da VolksWagen, que a equipou até 2005, quando enfim recebeu motor refrigerado a água.
Se estiver interessado em obter informações sobre a Kombi, tem várias interessantes na Wikipedia, e uma história detalhada, com belas imagens de fotos e anúncios da época neste link.
Aqui você pode fazer o download da Kombi planificada para imprimir, recortar e montar a sua própria frota.
E para aqueles que ainda tem alguma dúvida sobre a eficiência do longevo utilitário, prestem atenção em quais são os carros que mais produzem fumaça preta pelas ruas da cidade e vão reparar que são modernas vans Mercedes Benz, Peugeot, Renault e Citroën.
Enquanto essas vans novas, modernas, confortáveis e silenciosas já estão por aí batendo pino, as velhas kombis barulhentas e apertadas, seguem agüentando o tranco.
Abaixo algumas brochures antigas que eu encontrei entre as minhas iguarias.








Uma gracinha, bonitinho pra caramba, completo, organizado, realmente uma fofura, só vi uma falha, que como trabalho com usabilidade, achei chatinha, que é a cor vermelha do LCD do relógio, odômetro e marcador de temperatura.
Para mim, o vermelho tem que ser economizado para indicar que alguma coisa está errada.
Vermelho é cor de erro.
Quando acende uma luz vermelha no painel, é motivo para o motorista se preocupar, por isso que a cor escolhida é o vermelho, que é a cor que mais chama a atenção, nos sinais de trânsito é para parar, assim como também nas luzes de freio… nos painéis de automóveis, o vermelho indica que o freio-de-mão está puxado, que o carro está fervendo, que está faltando óleo, em suma, informações importantes, que indicam que algo está acontecendo que pode impactar no funcionamento do veículo, e mesmo na segurança dos passageiros.
Quando se usa o vermelho para pintar o LCD do relógio, como no caso dos painéis do Gol e Fox, da Volks, desperdiça-se a cor de alerta com uma informação de importância muito menos relevante.
Desta forma, o vermelho ficará sempre presente na visão periférica do motorista, fazendo com que quando uma luz vermelha de alerta se acenda no painel, ela não tenha o mesmo destaque, e consequentemente, a mesma eficiência.
Isso me incomodou na hora exata que eu sentei no banco do motorista.
No meu ver isso foi uma comidinha de mosca dos designers da Volkswagen.
Eu já li outro dia não sei aonde que eles foram trazidos da Amazônia pelo homem e que estão detonando com a fauna local… minha verve empirística deduz que graças ao aumento da pepulação desses primatas, vêm aumentando também a população dos gaviões na cidade… ainda bem que esses sagüis não votam, pois iria ser tarefa fácil para o Eduardo Paes convence-los de que o Gabeira vai liberar o aborto, a maconha e a prostituição… pobre Rio.


A corrida foi bem “feijão-com-arroz”, sem grandes novidades ou emoções.
Eu estava muito apreensivo na largada com medo de o que o Raikkonen poderia fazer para prejudicar o Hamilton na briga pela primeira curva, mas a largada foi limpa e as posições se mantiveram, exceto pela bela briga entre o Alonso e o Kovalainen, que jogou por fora e tomou a quarta posição do espanhol, que não gostou e recuperou a posição de largada ainda na primeira volta.
Imagino que essas corridas decisivas sejam comparáveis aos jogos decisivos de campeonatos de futebol, onde ninguém quer arriscar muito e acaba que quem sai perdendo é o espectador… aliás, o jogo de ontem entre Flamengo e Vasco foi um dos piores que eu já assisti na minha vida.
Que joguinho ruim!!!
Para o Flamengo estar disputando vaga no G4 jogando um futebol daqueles, o nível do futebol brasileiro deve estar muito ruim mesmo.
De volta a F1, foi isso.
Galvão parecia que estava emaconhado, tal a quantidade de bobagens que proferia.
Leu os pensamentos do Ros Brown, dizendo que ele estava de olho no pit stop da Ferrari, quando na verdade ele estava olhando para outra coisa que não tinha nada a ver, não deixava seus apoiadores Luciano Burti e Reginaldo Leme falarem, lia errado as legendas da tela, como quando ele disse que a média de velocidade do Hamilton foi de trezentos e poucos km/h, quando aparecia na tela a informação que a média era de 199km/h e o que ele tinha lido era a quilometragem total da prova… até chamar o Kubica de Kubica ele chamou!
Acho que nessas corridas de madrugada ele aproveita para beber umas cachaças.
Agora, a cereja no bolo da total inssossidão que foi a prova foi o misancene da Ferrari que antecedeu a ultrapassagem do Felipe Massa no Kimi Raikkonen.
O que foi aquilo?
Aquilo pode?
Que marmelada ridícula!
Faz nos boxes pelo menos.
Eu não vejo nenhuma diferença entre aquilo de ontem e a puxada de freio de mão do Rubinho para o Schumacher passar no GP da Áustria de 2002… patético.
Acho que pelo menos uma mensagem de que a manobra estava sendo analisada pela direção de prova cabia.
Se eu fosse o diretor de prova era bandeira preta para os dois na mesma hora, com direito a cascudo nos capacetes e tudo.
Então agora o Hamilton está com a mão na taça, que terá sua etapa final no excelente autódromo de Interlagos.
Um dia eu ainda vou assistir uma dessas ao vivo.
Saudações rubro-negras.

Todas as fotos abaixo foram tiradas na Rua Almirante Alexandrino, a rua principal de Santa Teresa, no dia 14 de outubro de 2008.
Algumas horas depois de as fotos terem sido tiradas passou um caminhão da prefeitura e tampou alguns deles, fazendo com que aonde antes havia um buraco, agora passe a ter uma lombada.
E o mais interessante é que o bairro passou por grandes obras há muito pouco tempo, e a maioria desses buracos surgiu justamente nos trechos com o asfalto novo… mas também tem outros buracos que são abertos pela Cedae, que faz o serviço e simplesmente vai embora, abandonando a cratera aberta no meio da rua, sem nem ao menos colocar aquele tampão de ferro, enquanto a prefeitura não vem e joga asfalto por cima de tudo, até das próprias tampas, ou então deixa o asfalto até o limite da tampa, que fica a 10 centímetros do nível do asfalto… todas essas modalidades de buracos são velhas conhecidas do carioca, mas eu não me lembro de já ter visto as ruas de Santa Teresa em semelhante situação de abandono.













A embalagem velha era perfeita, fechadinha, clássica, bonita… mas a empresa tem que fazer a manutenção do produto para estender ao máximo a sua maturidade, e foi na onda da feliz modificação da embalagem do Leite Moça, lançou uma nova embalagem plástica com “cintura” e tampa de rosca em substituição das tradicionais e semi-extintas embalagens de papel.
Já se foi a do Polvilho Antisseptico Granado, que inclusive ficou outra merda, a caixinha de madeira do Catupiry também foi substituida por outra de plástico.
Tudo bem que as embalagens se modernizem, até para facilitar a vida do consumidor, oferecendo maiores vantagens, além de outra coisa que anda muito na moda, que é a preocupação com a ecologia… ecologia? bem, acho que a parte da ecologia deve ter ficado para outro dia, pois imagino que seja muito menos agressiva ao meio ambiente uma embalagem de papel e ferro do que uma de plástico… mas e o design?
O velho visual “Ummagumma” da embalagem do Royal sofreu uma releitura, só que, foi mal, tudo piorou.
A marca “Royal” ganhou um degradê inutil, que dá a impressão de que a tinta está borrada, a janelinha redonda com o desenho da latinha em traço, que era uma gracinha, foi substituida por uma janela nova, meio com cara de web 2.0, com uma foto ordinária, e detalhe, a foto é da latinha antiga, não da nova embalagem neo-nouveau… além do que é uma bosta!
Não dá para entender!
A tipografia old-fashion do texto “Fermento em Pó Quimico” era muito bem aplicada, chamava atenção e conversava com a da marca da Royal, envolvendo harmonicamente a janelinha “ummagumma” redonda da latinha traço, que também tinha a mesma linguagem… o abuso de degradês, sombreados… PORRA!!!
Ou sou que estou ficando velho ou alguém por favor me explique para onde está indo o design de embalagens desse país?
O que foi aquilo?
Estagiário?
O cafezinho virou na prancheta?
Alguém me explique por favor.

Bem, eu… dormi. ![]()
Cheguei a ver a largada, e o Lewis Hamilton partindo feito louco para tentar sustentar a primeira posição… depois ele passou o Felipe Massa, que pegou ele no meio, botando para girar… ficou aquela especulação de se o Massa iria ser penalizado, e tal… zzzzzzzzzzzzzzzzzzz.
Acordei com o Fernando Alonso dando a última volta e vencendo a prova… parece que o Sebastien Bourdais andou aprontando para cima do massa e arrumou 25 segundos de penalização… não fosse isso parece que ia fazer uma boa corrida… bom, é isso.
Desta vez não deu.
Na China prometo me preparar melhor.
Peço desculpas aos milhões de leitores.
