Fui jogar tenis ontem e ao guardar a motoca na garagem me deparei com esse nem tão bem conservado exemplar de Mercedes-Benz 250, que segundo minhas pesquisas é modelo 1975… tratei de registrar o momento.
O modelo pertence à família W114/W115, que foi fabricado entre os anos de 1967 e 1976.
O W114 era carro de barão nos anos 70, e exemplares bem conservados valem um bom dinheiro nos dias de hoje.
Um belíssimo sedan.
O automóvel é muito comum em filmes da época, geralmente pertencendo a algum alemão malvado que escapou de Nurenberg.

É o carro que aparece no início da nova versão do clássico “A Noite dos Mortos Vivos” de 1990.
Graças a ele que meu carro preferido no GTA é o “Admiral”, só que este trata de um modelo mais recente de Mercedes, algo em torno do início dos anos 90.

As fotos menores no meio do texto mostram exemplares do modelo, digamos, em dias melhores, e as fotos abaixo são as que eu tirei.




O anti-Robin Hood Edir Macedo continua mais forte do que nunca.
Hoje aqui perto de casa era um festival de grupos de pessoas perdidas perambulando com placas do tipo “Van 57 – Marechal Hermes”, e meninas com camisetas “Obreiro(a)”, seja lá o que queira isso dizer.
Tem babaca pra tudo.
O prefeito pediu desculpas e disse que tais eventos não mais se repetirão na cidade… tão mal agradecido com os pastores das igrejas evangélicas que orientavam os fiéis a votarem nele…
Um pensamento que me “consola” é que esses que lotaram a Praia de Botafogo hoje não são mais trouxas do que os pedophile lovers católicos.
“Trouxas”.
Achei a palavra.


Da CBF pode-se esperar tudo, ainda mais quando se trata de um assunto tão desmoralizante para o órgão como foi o motim movido em 1987 pelos clubes interessados em salvar o campeonato brasileiro do absoluto ridículo.
A turma do Ricardo Teixeira resolveu o que já era de se esperar, que foi a entrega da taça das bolinhas, que é o prêmio da entidade ao primeiro pentacampeão brasileiro, ao São Paulo Futebol Clube.
Agora resta uma enorme saia justa ao tricolor paulista, pois vai receber em sua sede, no Morumbi um troféu que reconhece pertencer ao Flamengo, ou ao menos reconheceu em 1987, quando enquanto membro do Clube dos 13, acatou a decisão de boicotar a bizarra decisão de realizar um quadrangular final contra os vencedores da segunda divisão, que naquela época se chamava “módulo amarelo”.
O São Paulo F. C. é um time grande, que ostenta uma coleção invejável de títulos, que tem uma história respeitável, e que de forma nenhuma vai aceitar compactuar com tal injustiça.
Pensando bem, eu tenho certeza absoluta de que o tricolor paulista do Morumbi, assim que receber a reformada taça das bolinhas, irá dar a ela o destino que ela merece, entregando-a ao verdadeiro dono, o Clube de Regatas do Flamengo.
Seria demais esperar uma cerimônia solene para marcar a efetivação da justiça, mas a dignidade de um grande clube vai falar mais alto do que a ganância e a politicagem, e no dia seguinte da entrega do troféu ao segundo pentacampeão brasileiro, o São Paulo F. C., essa taça, por mais tristeza que possa causar a aquela torcida, estará dentro de uma caixa, recheada de fandangos de isopor, dentro de um avião da ponte aérea, com destino ao aeroporto Santos Dummont, para ir ocupar o lugar onde deveria estar desde 1992, que é uma das milhares de prateleiras da sala dos troféus do mais querido do Brasil, o rubro-negro da Gávea.
Parabéns, mengão, primeiro pentacampeão brasileiro.
O site do Detran, cada dia mais bonito, avançado e Web 2.0, e sempre de olho no futuro.

Dei uma sorte danada.
Segunda-feira à tarde fui pegar minha moto que estava plastificando o tanque na oficina do Amaral, na Praça da Bandeira, Cidade Maravilhosa.
Peguei a moto às 14h, e fui direto deixa-la oficina do Felipe para fazer a carburação, já que a moto estava “absolutamente engasgadíssima”, e na pressa não percebi que o Amaral havia trocado o banco da minha moto por outro, de outra moto que estava na oficina também.
Ontem foi aquela calamidade na cidade e não deu pra pegar moto, nem banco, nem nada.
Hoje fui pegar a moto na oficina do Felipe, para voltar na oficina do Amaral para trocar o banco.
Cheguei antes do Amaral e fiquei esperando ele chegar para abrir a oficina, que ele ainda não tinha aberto depois da enchente… Na Rua Ceará eram tratores, lama, vassouras e mangueiras para todo lado.
Quando o Amaral abriu a oficina eu perguntei para ele se eu podia tirar algumas fotos… que estão abaixo… e quanto ao meu banco, depois de procurar bastante, o achamos bem longe de onde ele tinha deixado.









Queria fazer um que fosse pelo menos de uma hora, mas o Photoshop não me deixou setar o tempo de cada frame da gif animada para 600 segundos, então o cronômetro zera depois de dez minutos mesmo… também ninguém ia aguentar tanto tempo…






após alguns testes descobri que o F5 não resolve os problemas referentes à sincronicidade… mais uma idéia genial que fracassa… foi por pouco!

Belinha é a Fox Paulistinha e Oto Otto é o Boxer.
Os dois tem três meses (cada um).





