Eu voltava correndo pra casa para não perder o Elo Perdido no SBT, ou melhor, na TVS, que depois foi substituido pelo Spectreman.
A abertura do Elo Pedrido, com o botezinho naquelas corredeiras não convencia nem as ingênuas crianças da época com suas TVs desfocadas e mal sintonizadas, mas os dinossauros em stop motion eram e ainda são o máximo.
Depois algo aconteceu com o “papai” Marshall, que saiu do seriado e entrou outro cabra para ser o responsável pelos jovens Will e Holly, tio Jack Marshall, tudo muito bem explicadinho na abertura do Elo Perdido 2.
Quanto ao Spectreman, é um clássico. Até hoje eu agradeço São Random por morar bem longe de Tóquio.
Dr. Gori e Caras sempre terão um lugar em meu coração.
As três primeiras são do por-do-sol em Ipanema (dããã) no sábado último, e as três últimas são da Lua nascendo em Niterói, tirada do terraço da mansão.
Fiquei tenso, mas no final me tranquilizei, afinal é uma marca, ao menos isso, pois depois daquela logo da copa de 2014 do Chico Xavier aprovada por Paulo Coelho, Xuxa e sei lá mais quem, eu estava apavorado com o que pudesse vir por aí.

Como eu disse, “é uma marca, já é um bom começo”, pois segue os guidelines mínimos que uma marca deve seguir para não agredir os olhos, no que diz respeito a composição, como correr dos ângulos agudos, das tangentes, das ambigüidades indesejáveis, essas coisas básicas que a mal-falada logo do Pan do Rio, a dos “moreceguinhos do Cesar Maia” também se preocupava, e que infelizmente a logo da copa de 2014, não.
Então é uma logo. A composição é harmônica, a forma orgânica é interessante e convida a diferentes interpretações, a versão em 3D, como a que foi apresentada boiando na praia de Botafogo (ou do Flamengo? ou era a lagoa?) é outra piada legal com a forma, que com certeza vai vender uma montanha de souvenires, inclusive para mim, é claro… a parte tipografica é agradável e confortável para os olhos, apesar de me incomodar um pouco a coisa meio árabe… nada contra os árabes, mas aqui é Rio, pô, terra da Helvética… brincadeira, a terra da helvética é minha querida Curitiba… mas me chateia um pouco como o possoal daqui gosta dessas fontes manuscritas… apesar de que a logo também é toda orgânica e dessa forma a “logo” com o “tipo” estão conversando direitinho… quanto mais eu olho para ela mais eu gosto dela… e quanto às metáforas citadas pelos criadores, estão funcionando direitinho também, sem exageros e pieguices, o bom, velho e insubstituível Pão de Açucar está sutil e cumprindo o seu papel, e a história de que o carioca sempre recebe os visitantes de braços abertos, do calor do povo, também ficou bem legal… deixa eu olhar um pouco mais… cara, vou te falar, eu gostei bastante da logo. Nossa olimpíada, para compensar a nossa Copa do Mundo, vai ter uma boa logo. Que alívio.
Um lindo “caveirinha” a fricção.
Deveria ter garantido o meu quando tirei essa foto, pois passei lá dois dias depois e já tinha esgotado.
Sucesso absoluto.

Estava eu na Wikipedia pesquisando pelos hábitos sexuais dos elasmossauros quando me deparei com essa gracinha de bico de pena… pelo visto a pré-história foi bem divertida para esses bichos. =)

Aqui em meu novo domicílio, andar térreo no Flamengo, desenvolvi o ódio pelos pernilongos desgraçados sugadores de sangue de criancinhas de três anos e de designers que trabalham descalços… minhas raquetes elétricas trabalham pra valer, e hoje eu posso dizer, parafraseando o Colonel Kilgore, dos meus personagens preferidos do melhor filme do mundo, que eu amo o cheiro de mosquitos queimados pela manhã.
A maior parte dos insetos desta exposição foram exterminados pelo arame da justiça das minhas raquetes elétricas, e alguns posteriormente esmagados a fim de se obter um resultado mais dramático.
Fotografar esses bichinhos não é fácil, tem que ter muita luz, vinda de vários ângulos, o que é difícil, pois a própria lente da máquina a 1cm do falecido já impede a entrada da maior parte dela, inclusive do próprio flash da máquina… muitas vezes me aproveitei de telefones e iPods como base para as fotos graças aos seus backlights.